terça-feira, julho 14

A morte da privacidade.


 Após assistir a esse documentário a minha cabeça começa a chacoalhar. Não consigo explicar ao certo como me sinto. Um misto de indignação e idiotice existe em mim agora. Eu posso jurar que não fazia ideia do poder de invasão das agencias governamentais de segurança e empresas de internet. Ver este filme foi revelador para mim, pois acredito que  a partir de agora verei o acesso a internet como algo extremamente perigoso, como num campo minado em que eu plantei as minas, entende? Essa é a parte do “se sentir idiota“: Como podemos dar tanto a eles sem nem mesmo perceber? Quando “clicamos“ em “aceito“ num termo de compromisso e ou privacidade eles riem e a gente, literalmente, toma no cu e abre a porta de casa convidando o vampiro para entrar e drenar nosso sangue. Isso não se restringe a redes sociais, mas uma simples busca na internet é adicionada a bancos de dados criando perfis de pessoas que nem mesmo existem. Como um garoto que pesquisa sobre armas no google, mais tarde posta no seu mural do Facebook que “odeia a mãe“, logo esses dados são cruzados e será um milagre se a policia não bater na porta dele para o prender, pois isso acontece na real life norte americana, então ele é um criminoso por pesquisar armas e brigar com a mãe? Ah tá isso é segurança nacional, meu ovo cara! Caralho! Quem disse a esses caras que eu quero que eles saibam para quem e quando eu realizei uma ligação telefônica porra? Quando foi que eu disse que eles poderiam acessar meus sms? Tá entendendo? Isso é real. Vamos repensar a internet. vale muito a pena assistir a este esclarecedor documentário. Gostaria muito de saber a sua opinião sobre isso. 

Aqui você poderá assistir o filme na íntegra:



segunda-feira, julho 13

Artistas da Bahia - JAPA SYSTEM.

  


 Criativo, inquieto e musical: Assim é Japa System. O cara não para, está sempre envolvido em algum projeto musical da cidade. Num tempo de trevas na música baiana, encontrar um musico que atua constantemente no cenário é algo raro. Se liga na história que Japa contou para nós. 

 Nascido em São Paulo, aos 8 anos de idade mudou-se  pra Bahia, onde aos 12 encontrou o caminho da música, aos 13 já participava de rodas de musicas, na escola era o primeiro a puxar uma batucada. Já sentia que era muito forte a influência musical em sua vida, os seus pais também perceberam. Foi quando todos começaram a acreditar no sonho comprando instrumentos musicais e sempre estimulando pra que seguisse esse sonho de ser um músico profissional!  Aos 15 anos já participava de bandas, viajava sozinho com a autorização dos pais, pois era muito novo ainda. Ao decorrer da vida, com muitos tropeços e muitas conquistas, foi adquirindo conhecimentos, fez parte em algumas bandas em Feira de Santana sua cidade de infância e participações com Bandas de Salvador! No ano de 2001 participou de um grupo cultural chamado Bahia Brasil logo foi selecionado pra fazer parte de uma turnê pelo Japão que durou um ano com apresentações por todo o pais, foi mais uma das grandes conquistas em sua vida, pôde retornar mais duas vezes e adquirir muitos conhecimentos não só musicais, mas culturais também! No ano de 2008 participou do Summer Festival aqui em Salvador teve a oportunidade de dividir palco com artistas do mercado musical norte americano como o tecladista MAUSIKI SCALES e a cantora britânica JULIE DEXTER. Fez parte de projetos paralelos como o Africanismo que é um novo movimento, uma junção da house music com percussão baiana resultando em mais um gênero, chamado de House Percussiva... 

                                                         Japa System na Timbalada

  Logo depois veio Terra Samba, Timbalada,  Baiana  System, Dubstereo, Bemba Trio, Mc DaGanja, Armandinho Dôdo e Osmar, Arrastao de Carlinhos Brown dentre outras, Com os avanços tecnológicos onde a “multimidialidade“ é uma das características principais da era da Informação surge à inquietude do músico Japa System. Entendendo as mudanças provocadas pelas novas mídias, o músico percebe que esses processos também iriam incidir no campo da criação então inicia seus experimentos para criar um instrumento que lhe permitisse novas possibilidades musicais: a "NAVE SYSTEM".

                                     Instrumentos criados pelo músico


  A Nave System é um instrumento musical criado pelo músico Japa System cuja finalidade consiste em utilizar instrumentos eletrônicos e orgânicos para criação de possibilidades de comandos percussivos, executando diversos ritmos que seriam somente possíveis através de uma ampla quantidade de instrumentos dessa forma  a Nave System surge para ampliar as possibilidades da criação musical assim como possibilitar uma maior facilidade quanto às necessidades de uma produção musical. Sendo assim, a criação e o uso da “Nave System” agrega um relevante diferencial às produções no campo da música. Com a Nave System atuante, criou-se ainda um projeto chamado Radioativos , que é uma mistura da percussão eletrônica/acústica com violino e tem como base música eletrônica.

E ai curtiram o depoimento do cara? Eu pirei. Salve salve Japa! 


GAMBIT - O filme.

7 de outubro de 2016 a Fox lança mais uma produção mega esperada: Gambit. Channing Tatum será o mutante da vez. Nova Orleans pegando fogo agora, aff! Ansiosos? 





sábado, julho 11

Artistas da Bahia - MIGUEL FREITAS.



O jovem tem a música no sangue. Filho de um dos maiores artistas do planeta, vem nos mostrando que sabe chegar, sabe interagir e atuar no cenário musical de Salvador através do seu talento e comportamento. Se liga ai verme: Miguel Freitas #batera


De onde veio?

Sou daqui de Salvador mesmo! 

A música pra mim começou bem cedo. Quando eu tinha 3 anos, ganhei uma bateriazinha de brinquedo da minha mãe e comecei a batucar. Com 6 anos, ganhei o meu primeiro violão também da minha mãe e uma guitarra do meu pai, mas como minha família e principalmente meu pai é da percussão, fiquei com a batera mesmo! Mas ainda gravo algumas coisas tocando guitarra! Comecei a tocar valendo com 12 anos e com 13 montei a minha primeira banda, Memorise, na qual ainda faço parte!


E a música?

Como eu tinha dito, montei a minha primeira banda com 12 anos e ensaiávamos muito! Chegávamos a ensaiar de 14 da tarde até as 22! Nossos pais ficavam loucos ( risos ). Com 16 anos, entrei na banda da Amanda Santiago ( ex-timbalada ) e lá fiz as minhas primeiras viagens de banda. Meses mais tarde, Igor Liberato que era cantor da Pinguim Rei tava com um novo projeto e me convidou para colar. Eu topei e hoje temos OLiberato! Lançamos o nosso EP " ALEgRiA " dia 13.04 e abrimos o show do Rappa e SOJA aqui em Salvador dia 29.05 e estamos em turnê divulgando o EP no Brasil todo. Lancei também ano passado o disco Mixto-Quente da Memorise


E para onde vai?

Tenho recebido algumas propostas boas e umas melhores! Por enquanto penso em focar na Memorise e no OLiberato, já que as duas bandas fazem parte de mim! Estamos produzindo um novo disco da Memorise e devemos lançar no primeiro trimestre de 2016. E no OLiberato, estamos em tour por aí : D


Fale um pouco sobre a música baiana ai man.

Rapaz, a música baiana é uma onda. Veja bem, temos o fenômeno Gil, Caetano, Brown e o novo fenômeno pra mim, Igor Kannario. A Bahia é um lugar que abraça todos os ritmos e linguagens musicais! De rock temos os patcharas do Vivendo do Ócio, a turma do Murdera, a galera do Efeito Manada e etc... E entre outros! A Bahia sempre ostentou essa riqueza de ritmos e estilos musicais, e espero que sempre seja assim!!

Aqui você confere o sacaninha tocando fogo na batera: 




Star Wars - vídeo mais que emocionante!

Esse vídeo foi lançando na Comic Con deste ano. Acredito que a galera foi aos prantos quando assistiu. Não é emocionante? Me tremendo de ansiedade já! Vem dezembro!




Meditação do “foda-se!“

Quem disse que não se pode meditar ouvindo uns palavrões? Nesse vídeo dirgido por Jason Headley entitulado: Fuck that: “a guided maditation“, algo como: “Foda-se: um guia de meditação“, o espectador medita ao som de belos e suaves palavrões. É de puta para baixo.
Bom, eu achei super interessante, veja você mesmo e, quem sabe, relaxe um pouco. 




sexta-feira, julho 10

INTERVALO - we lift to up

Dançando para Deus! Que lindo veio! Depois de ver um vídeo desses a gente só se alegra, né? 



Foooooda! Caça-Fantasmas

Dá uma olhada na versão fem dos Caça-Fantasmas que já tá fervendo tudo nas gravações! Yeah! Aguardamos ansiosos e felizes essa estreia. Vem que vem 22 de julho de 2016!


Artistas da Bahia - DONNA LIU.




Essa mulher é música pura. Essencialmente voz, arte e groove. Ainda muito novo tive o prazer de conhecer essa artista e ser influenciado pelo balanço. Sorte minha! Apresento a vocês minha amiga Donna Liu. 



De onde veio?

Nascida e criada em Salvador, ingressei na música aos treze anos, com repertório gospel, cantando em igrejas evangélicas de Salvador. Aos 19 comecei a cantar em bares da capital, o que perdurou aproximadamente 5 anos. Aprimorei meus estudos sobre o canto no Liceu de Artes e Ofícios da Bahia, tendo como mestres o Maestro Sergio Souto e Manuela Rodrigues agregando, em seguida, com a graduação em fonoaudiologia pela Universidade Federal da Bahia.
Meus repertórios sempre sofreram forte influência da Black Music e seus entornos. Há 9 anos tive contato com o RAP – através do grupo Ordem 387 - que posteriormente se tornaria a minha maior escola. Artistas como Afro Jhow, Da Ganja e Mr. Dko, no cenário local, tem minha voz colaborando com seus trabalhos e em parcerias de composições. Olorum me agraciou para que eu expandisse essas parcerias para São Paulo, lançando um single com o rapper Galle e Angola com o rapper La Wilson, com quem já tive o prazer de lançar duas músicas. A ultima lançada recentemente em seu EP “Precipitação não é rapidez”. 


E a musica?

Recentemente lancei meu EP, online, pela Carcamano beats – um selo independente proveniente da Carcamano filmes que gravou meu primeiro vídeo clipe do single “Meu Alvo”. O EP se chama “Como não”. Contém cinco musicas e foi dirigido pelo guitarrista Spike, que entendeu muito bem a proposta de fazer uma fusão da soul music com a percussão baiana. A banda, por sua vez, - composta por grandes músicos: Spike (guitarra), Jansen Santana (baixo), Israel Jabar (teclado) Jair Rocha (bateria) e Ricardo Costa (percussão) - compreendeu bem as intenções de Spike e executou divinamente o que pedimos. A captação e mixagem ficou na responsabilidade de Braulio Passos e a masterização foi feita em Santiago no Chile por Francisco Holzmann no Clio Estúdios. 


Para onde vai?

Estamos planejando atualmente o lançamento do EP físico, que ainda não aconteceu e a Carcamano pretende gravar meu novo clipe em breve. Singles e parcerias com outros artistas estão para serem lançados... essas parcerias surgem a partir de contatos nas redes sociais. São trabalhos feitos com muito carinho! Estimo que as pessoas curtam!


Fale sobre a musica baiana.

Posso falar com propriedade sobre os artistas independentes. Acredito que esse cenário tem se ampliado nos tempos atuais. Entretanto, precisamos nos organizar para que “a coisa aconteça” de maneira sistematizada e que seja bacana pra todos. Há uma diversidade cultural extensa aqui. Vamos mostra-la na prática? 


Influências

Minhas composições são fortemente influenciadas pelo jazz, blues, soul, RAP, R&B e pelo samba. Meus artistas favoritos, que me fazem pensar duas vezes antes de escrever algo, são: Baden Powell, Chico Buarque, Jorge Benjor e Tim Maia, entre tantos outros.
As vozes que mais me emocionam e estimulam a me aperfeiçoar tecnicamente são as de Elis Regina, Etta James, Billie Holiday, Ella Fitzgerald, James Brown, Alcione, Cassiano e outros tantos.

Adorei o blog e obrigada pela oportunidade de falar sobre o trampo, Pablito.

EP “Como Não” (disponível para download)

Você pode conferir a nega em ação no clipe  MEU ALVO, olha ai: 











quinta-feira, julho 9

O rei dos movimentos - Andy Serkis.

 Ele eternizou o Gollum, nos fez rir e chorar aos pés de King Kong e como César (o macaco) nos fez sentir medo. Sim sim meus queridos, por trás desses grandes personagens está este moço de 50 anos, que empresta seu corpo, movimentos e gestos a seres digitais do cinema. Fantástico isso. Numa era onde o CGI (técnica digital de enfeite cinematográfico rsrsr) é utilizado em demasia, ainda temos o “homem“ como instrumento da beleza artística, que bom, pois do contrario tudo não passaria de um monte de shit. Tá pensando que acabou? kkkkk NEVER!!! Andy emprestará seu corpo mais uma vez a mais uma obra prima fucking blaster yeah cool, em STAR WARS VII, mas a parada ainda é segredo, merda, né? Ninguém sabe ao certo quem ou o que ele será, vamos esperar!


MANDA BEM - Marcela Bellas.



A cantora e compositora Marcela Bellas faz parte da nova geração da música pop brasileira, sendo reconhecida pelo público e crítica por sua voz doce e singular, além de canções pop, românticas e dançantes.

Em 2006, iniciou sua carreira com o EP Leve, produzido com o também baiano Tadeu Mascarenhas. Em 2009, lançou seu primeiro CD solo, Será que Caetano vai gostar?, resultado de uma parceria com Mascarenhas e o produtor paulista Rovilson Pascoal. As 12 faixas do álbum, lançado pelo selo Plataforma de Lançamento, incluem as músicas “Alto do Coqueirinho” (clipe oficial), “Por outro lado” e “Quando o samba quer”. Destaque ainda para uma imprevisível releitura de “Bloco do Prazer”, de Moraes Moreira e Fausto Nilo. Será que Caetano vai gostar é um trabalho influenciado pelo samba, rock, reggae e pop, tem a cara da música brasileira contemporânea e da artista, que não pára de produzir.

Após o seu primeiro álbum, Marcela Bellas lançou dois novos discos: Undergrude e MIM - Cohen & Marcela, ambos em 2010. O primeiro foi composto com os baianos Jorge Papapá e Helson Hart, tendo sido classificado pelo jornalista Marcos Dias como “um pop cheio de tentáculos com o rock e a MPB, mas despretensioso e que foge à maioria dos clichês do que quer que se chame MPB”. O segundo foi feito com o paulistano Daniel Cohen, tendo entrado na lista dos 100 Melhores Álbuns Nacionais de 2010 da Revista Manuscrita e considerado um dos melhores discos do ano pelo Alto Falante (UOL). Em seguida, a cantora dedicou-se ao projeto T.E.M - Marchinhas Inéditas para o Carnaval, feito com os hitmakers baianos Edu Casanova e Tenison Del Rey e que resultou na gravação de seis marchas inéditas.

Em 2012 Marcela Bellas estreou e circulou com o show Achei Music; também gravou participação na coletânea Re-trato, em homenagem aos Los Hermanos, e no álbum da banda Mão de Oito, produzido por Daniel Ganjaman. Lançou ainda dois singles e o seu segundo clipe oficial, com a música “Orai”. Além disso, participou de projetos como Conexão Vivo, Vila da Música, Música no Parque, MPB Petrobrás, Mais MPB e Domingo do TCA.
Em 2013 Marcela lança seu segundo CD solo, Chega do chorar de amor!, pelo Programa Natura Musical. Ela foi contemplada no Edital Natura Bahia 2012, através do Fazcultura/SecultBA.

Tá afim de curtir o som da nega? clica nesse link aqui pow: Novo Disco




INTERVALO

Leeloo, minha alienígena preferida. O Quinto Elemento.

Artistas da Bahia - Marcelo Estêvão.



Marcelo chamou minha atenção pela humildade e energia positiva sempre presente. Quando um músico não é mordido pelo bicho da vaidade sempre chama minha atenção. O cara é um dos bateristas mais agressivos e talentosos do cenário rocker de Salvador, fato! E é com todo prazer que apresento esse cara a vocês. Se liga no papo de Marcelo Estêvão! 



De onde veio?

Nasci em Jequié-BA no ano de 87, da família apenas eu puxei pro lado da música. Em 2005 mudei pra Salvador.

E a música?

Contato com a música foi da forma mais doida na época haha. Juntava dinheiro do lanche do colégio, metade lanche, e metade gastava numa loja no centro da cidade alugando vários discos, chegava em casa gravava tudo em fita cassete. A partir daí comecei a prestar atenção no som da bateria, lembro que foi amor de primeira. Tive contato com a bateria aos 14 numa igreja evangélica e iniciei minha jornada musical aos 16, autodidata. Comecei tocando em bandas de rock no colegial como G12, Aneurisma, Bless e várias outras. Quando me mudei pra Salvador, toquei na Screams, Murta, Cristum Pax. Só vim ter uma experiência mais séria em 2012 com o Circo de Marvin, minha atual banda. Gravamos o EP Mais Perto do Céu, e estamos pra lançar o primeiro álbum intitulado Modo Hard. Além do CDM, participei do projeto Música Para Não Levar à Sério do parceiro Rabi Rodrigues (DiaTrês). Enfim, muita troca de experiência, enriquecendo mais e mais à musicalidade.

Sobre a música baiana

A música baiana é rica em todos os aspectos. O ritmo corre nas veias seja lá da onde vier o que importa é o groove! Sobre o rock tenho a dizer que de alguma forma continua forte. Acompanho algumas bandas, e vejo amadurecimento na galera saca, as bandas tão querendo fazer um som sério e autentico, e isso é importante. Destaco Efeito Manada, Rubra, Squadro, Van der Vous, Ex-29, Semivelhos, Sanitário Sexy, Circo Litoral e tantas outras. Poderia citar as que tão na ativa há muito tempo, enchendo casas e se destacando entre a galera. Mais digo essas porque vejo essa galera correndo, suando a camisa, vivendo o Modo Hard como CDM! E isso cara... Me enche de orgulho! 

Influências 

Meu estilo de tocar bateria varia em diversos gêneros como funk americano e o rock em geral. Gosto muito da onda jam-sessions que da uma estimulada na criatividade e também porque as músicas saem mais naturais. Nas minhas influencias baterisiticas destaco o Steve Jordan, Darren King, Aaron Gillespie, Dave Grohl e outros. Nacionais atualmente gosto muito do Duda Machado (Pitty), Xande Tamietti (ex-Pato Fu), Daniel Martins (Medulla), Renato Pelado (ex - Charlie Brown Jr.), e bateras que convivo em shows por Salvador. 

Com tudo isso falado, convido vocês pra ouvir meu som, e agradecendo ao espaço que Pablo me concedeu pra falar um pouco sobre mim!

#RockVive, #TamoJuntoTrupe!


Circo de Marvin



Músicas Para Não Levar à Sério



Tá vendo ai? Gente boa veio, gosto para caramba desse cara!