Então rapá, vamos falar sobre isso. Eu sou um fã do super, daqueles que até gostam de novidades relativas ao brother de aço, mas juro que fiquei meio bestificado ao saber disso a uns anos atrás.
Tim Burton é um diretor da zorra, eu diria que um dos melhores do mundo. Gosto de sua visão dark do mundo e sua coragem, afinal de contas apostar num ator como Nicolas Cage exige muita coragem. Bom, o filme seria uma referência ao clássico HQ A morte do Superman e Cage seria o super da vez. Vendo as imagens do trailer do documentário feito para homenagear esse projeto abortado eu sorri, mas também senti vontade de chorar rsrsr. E ai amigos, o que vocês acham dessa versão indie rsrsr do Super?
Por apenas R$1,990,00 reais vc leva essa belezura para casa. Versão de aniversario da marca e envelhecido em 29 barris, uau! Só foram produzidas 8,888 garrafas e apenas 88 chegarão ao Brasil, ops! Afinal de contas não é todo dia que se faz 200 anos.
Sementes, madeira, flores, grama e muitos outros materiais orgânicos foram utilizados para formar a coleção “Tênis“ do artista francês Christophe Guinet inspirada na marca fodástica Nike. A ideia é se fazer conscientizar para a preservação da flora mundial. Ao invés do simples slogan “just do it“ ele utilizou o “just grow it“ (apenas faça crescer, em tradução livre). Legal, não?
Ele tem história na musica baiana junto aos grandes nomes da terra e quando se tem a oportunidade de trocar algumas palavrinhas com Fábio você de cara entende o significado dos termos gentileza e elegância. Se liga no nosso bate papo e conheça esse cara. Vale muito a pena!
De onde veio?
Sou de Salvador. Cresci aqui e sempre estive por aqui, exceto pelas vezes que por causa da música, tive o prazer de passar alguns meses trabalhando noutros países. Nos últimos 12 anos, passei boa parte do tempo viajando pelo Brasil. Mas minhas raízes são aqui, meus grandes amigos, idem.
E a música?
Cresci entre os discos de mpb e rock que havia na minha casa. Na minha infância eu olhava curioso as capas dos discos de Gilberto Gil, Caetano Veloso, Gal Costa, e brincava de fazer um paralelo entre a arte gráfica e a música que o disco reproduzia. Adorava também ler as poesias das letras de música, fora do contexto da canção. Fazia o mesmo com discos dos Beatles, e coletâneas de música americana(menos com as letras) que eram moda na época. Depois, por intermédio de amigos e vizinhos, pude ouvir bastante jazz(na casa da família Santiago(Gil, Mariella, Ângelo, Messias e tia Elza), e Armadinho, Moraes Moreira, Novos Baianos e outros artistas da Bahia(na casa de meu grande amigo-irmão Eri Lima, devoto de “São Armandinho” até hoje).
Depois de me descobrir sensível a música, no lado prático, o primeiro instrumento que apareceu por perto foi o violão. Comecei a aprender sozinho a dedilhar as cordas e tentar reproduzir o som dos rádios e aberturas de novelas que minha mãe assistia. Depois veio a percussão, e então a bateria, que é meu instrumento principal. Aprendi o básico de todos, de forma autodidata. Depois aprimorei a bateria através de vídeo-aulas e também vendo amigos e outros bateristas tocarem. Faço isso até hoje, porque sendo música uma linguagem, há sempre o que aprender com o outro. Apesar de autodidata na parte prática, tive aulas de música na Ufba, onde aprendi a ler música e tive aulas de piano como instrumento suplementar. No decorrer da minha carreira, tornei-me compositor, e já atuei como diretor musical de bandas e grupos de dança, e arranjador. Hoje sou músico freelancer e atuo com vários artistas que admiro, além de ter duas bandas de rock.
Para onde vai?
Atualmente sou baterista da minha banda, Efeito Manada, que esta masterizando seu primeiro disco(Aguardem!). Também tenho outra banda, chamada 2Drummers In The House, onde canto e toco guitarra. A 2Drummers vai gravar seu primeiro trabalho no segundo semestre de 2015. Depois desses dois lançamentos, vou começar a produzir meu disco solo, de música instrumental. Já tenho algumas composições que estão me dando uma ideia do que está por vir.
E a música baiana?
A música baiana pra mim é ao mesmo tempo uma espécie de origem, e também extensão da música brasileira. Sendo música baiana a música feita na Bahia, eu admiro muitos trabalhos que vão desde o rock , música instrumental, música folclórica, orquestras que têm a música africana como matéria prima, orquestras clássicas, mpb, samba, música eletrônica(sim, temos música eletrônica feita na Bahia por ótimos Dj’s), e outros estilos. Toquei e toco desde rock até samba, desde o jazz até música brasileira, com artistas locais, e percebo uma grande preocupação pela qualidade. De forma que admiro muito, muitos artistas da Bahia. Sendo música baiana o que tradicionalmente é chamado de axé music, toquei em bandas de percussão, eu fui músico da banda Eva com Emanuele Araújo e depois Saulo Fernandes, durante 10 anos. Pra mim, o axé sempre foi uma música de mistura, de forma respeitosa, em que de um lado havia o lado da música rítmica, com elementos da música brasileira, africana e latina, e do outro, influencias do rock, do funk, da música eletrônica e até do jazz. De forma que quando eu tocava uma música de carnaval em andamentos rápidos, por exemplo, como É do Eva, Pererê, ou Rapunzel, eu pensava em uma espécie de Afro House, ou Afro Eletro. Explico: o House e Eletro possuem bumbo reto e hi hat nos contratempos das semínimas, que coincide com o que era tocado frequentemente pelos bateristas anteriores a mim. Também usei bastante pedal duplo na minha trajetória, algo que vem do bumbo duplo do jazz e do rock. Frequentemente usava elementos de jazz ou rock ou funk nos arranjos que pude fazer para harmonia e metais. Minhas viradas geralmente eram derivações do rock, buscando a potencia que havia nesse som, e também da música africana, além do fusion jazz, através da ótica de Dave Weckl. Tudo isso sempre respeitando as divisões rítmicas de cada música, ou cada clave. Então posso dizer que fui feliz e cresci muito tocando esse estilo.
Pra fechar, o que posso dizer é que torço para que todos que fazem música na Bahia, axé ou não, busquem verdade musical, aliada às pressões externas que possam haver. É possível, e é necessário para a sanidade da música que habita em todos nós.
No vídeo você pode conferir ele ainda com a Banda Eva:
Tá tudo bem, não to dizendo que em Salvador não rola nada de interessante, mas vamos combinar que a única coisa que, de fato, é relevante no momento é A Feira da Cidade, to errado? Massa, que tal se outras ações semelhantes brotassem na terrinha? Seria fantástico, não? Vejamos esse exemplo que rola em SP, para variar na frente culturalmente.
São Paulo ganha mais um espaço cultural. A Praça Velorama, no Jardim Europa, mistura música, arte, bar, food trucks e uma lojinha montada dentro de um contêiner com roupas e equipamentos relacionados ao mundo das bikes, que são tratadas com destaque no local."Criamos o contexto no ambiente privado, mas com o astral de ser um ambiente gratuito", explica Pablo Gallardo, um dos idealizadores da Praça Velorama. "O nome é uma brincadeira de velodromo com autorama. Acredimatos na ideia de movimento - por isso todo o conceito ligado às bikes - mas quereremos criar um espaço para as pessoas pararem, em um contexto de um oasis na cidade".
Um dos atrativos da área, de 250 m², é o serviço de aluguel de bikes elétricas. O cadastro para o uso das bicicletas, da E-Moving, é feito no próprio local, ao custo de R$12 a hora. "A bike sem ser elétrica é legal, mas muita gente não se sente confortável, não se sente apta. A elétrica chega com a ideia de mobilidade mais ágil, e não diz respeito respeito apenas ao transporte, mas também à comodidade", diz Gallardo, que associa as bikes a um impulso de "mudança comportamental".
Tá entendendo agora? Os ditos empreendedores da cidade de quase todos os santos tem muito o que aprender ainda. O problema é aqui impera a coisa de olhar apenas pro próprio umbigo e se achar a ultima bolacha do pacote, também onde não acontece quase nada, quem tem um olho é rei #prontofalei
Ela já foi do exercito de Israel, sua terra natal, já quebrou tudo em Velozes e Furiosos 6 e agora vai botar para lenhar em Batman vs Superman (filme mais esperado da vida toda). Tudo bem que no filme dos maiores do mundo ela vai fazer apenas uma participação, mas relaxe que em 2017 ela terá um filme só pra ela nego, coisa boa. A DC tá querendo mostrar como se faz e tirar um pouco das nossas memórias o ranço da Marvel e suas infinitas modalidades de fazer comedia.
Guitarrista, violonista, compositor, arranjador, diretor e educador musical.
Idade, 33 anos.
Músico profissional desde os 16.
Iniciação Musical
Vindo de uma família de músicos, nascido e criado no interior da Bahia, desde sempre teve contato com a música. Com 9 anos sob influência do seu pai começou o aprendizado no violão e assim despertando o interesse por ela. Aos 13 anos interessou-se pela guitarra, e a partir daí sua inicialização sobre teoria musical. Nesse período, começou a tocar violão na igreja da sua cidade, e em seguida, integrou uma banda local aos 16 anos como guitarrista, assim iniciando sua trajetória profissionalmente, onde realizou várias viagens pelo estado, com o tempo sendo convidado a fazer parte de outras bandas da região.
Estudos
No objetivo de estar sempre em desenvolvimento, focava a maioria do seu tempo ao instrumento, com video aulas, livros etc... Teve aulas com diversos professores na sua cidade, desde o violão erudito aos riffs, solos clássicos do Rock etc... Nessa época chegou a se dedicar também paralelamente ao piano mas a guitarra era a verdadeira paixão.
Participou de uma masterclass do guitarrista KIKO LOUREIRO (Angra) em Salvador, onde reside desde 2003. Em São Paulo, no Conservatório Souza Lima, realizou uma grande vontade, ter aula com um dos maiores professores brasileiros de guitarra, o mestre MOZART MELLO. Onde também fez aula com o RAFAEL BITTENCOURT (Angra) sobre gerenciamento de carreira.
Sempre atualizando-se nos estudos e presente em vários eventos, palestras, masterclasses e workshops.
Recentemente teve o imenso prazer e a honra de tocar, fazer uma jam, com um dos maiores ícones mundial da guitarra, seu ídolo, Sr. STEVE VAI. Uma grande realização em sua carreira.
Atualmente
Ministra aulas particulares, online, atua como sideman (jammil), onde já gravou os principais programas da rede globo e outras emissoras, sendo integrante desde 2011.
E agora está terminando um dos seus projetos instrumentais chamado FIDELIDADE.
Disponibilizando-se também para outras atividades como workshops, gravações etc...
Sobre o Projeto (Fidelidade)
A idealização de fazer esse projeto é registrar minhas primeiras composições instrumentais, feitas entre 1999 e 2000. Cada música terá um clipe retratando a essência e clima de criação de cada uma delas, enfatizando as belezas e riquezas do nosso país. Cada clipe gravado num lugar/estado diferente.
Sobre o nome, vem da primeira música que compus e da certeza do que eu queria, viver da arte, da música.
Inserido dentro de um contexto de realização está também o intuito de expandir a música instrumental brasileira, colaborar um pouco com essa diversidade musical valiosa que temos.
Mesmo pesquisando, estudando, gostando e difundindo muitos estilos, culturas na minha música, a brasilidade em "FIDELIDADE" é o alicerce sonoro deste projeto.
Como sempre tocava, estava "sozinho", eu e um velho amigo (violão) nos momentos de criação, quis mostrar um pouco dessa "solidão" que também existe na música instrumental, por isso a versão nos clipes apenas guitarra. Mantendo assim a originalidade da época que compus.
No video você pode conferir Yvan tocando com outro monstro o Steve Vai, guitarrista mundialmente conhecido e adorado:
Quem não sente saudade dessa galera e suas loucas aventuras? Noooossa veio, muito bom! Calma, não estou sugerindo uma sequencia, pois penso que alguns filmes devem continuar onde estão. De volta para o futuro marcou historia exatamente por se passar naquela época, feito com aquela tecnologia e técnicas cinematográficas da época e tudo mais, entende o que quero dizer?
De tempos em tempos prodígios são revelados. A moda de Salvador foi presenteada com o nascimento da marca MENINOS REI, encabeçada pelos irmãos Junior e Céu Rocha. Acredito que trabalhos como o deles, cheios de respeito aos detalhes e com um conceito bem definido, merecem toda nossa atenção. Num terreno onde a copia é algo frequente eis que surgem dois jovens empreendedores da coragem e do amor à arte para mostrar que o original tem seu lugar. Embarque nessa viagem e sinta um pouco da vibe dos caras... Com vocês: Meninos Rei.
Quem são esses Meninos Rei ?
Somos dois irmãos apaixonados por moda, e juntos resolvemos compartilhar a nossa ideia de moda e estilo para um público que busca novidades.
Como surgiu a moda na vida de vocês?
Sempre tivemos um olhar atento quando a questão se referia à Moda .
Isso vem de muito cedo, nosso pai é formado em desenho técnico , e de certa forma isso nos influenciou e inspirou para desenhar e criar nossas próprias peças.
Trabalhamos na aérea ha mais de 10 anos , e já assinamos produções de moda e figurinos exclusivos para diversos artistas .
Devido a carência existente no mercado de moda em Salvador criamos a Meninos Rei com a intenção de trazer o novo e ousar sempre.
O homem está ousando mais na moda , ou poderia ter mais atitude ?
A moda masculina já teve muito avanço , mais ainda tem uma longa estrada a trilhar .
Acabou aquela história do homem básico de camiseta, bermuda e tênis.... Hoje nós investimos num seguimento mais arrojado mesclando a autenticidade, moda e irreverência , fazendo daquele homem básico de antes o homem moderno, ousado, com atitude e principalmente identidade impressa nas suas roupas.
A Meninos Rei veio ao mercado para atingir esse público mais descolado , irreverente e com muito estilo.
Fazer moda em Salvador significa...
Resumo em uma única palavra "Amor " porque trabalhar com moda em Salvador ainda está complicado , pois o público ainda precisa encarar o diferencial com mais naturalidade, muito embora a aceitação do nosso trabalho seja tranqüila o mercado de moda em Salvador precisa expandir mais.
Onde podemos encontrar vocês ?
Ainda não temos loja física , mas em breve estaremos atendendo os nossos Reis e Rainhas ( porque as meninas ficam lindas com nossas peças) em nosso Ateliê.
Aos otários e otárias que falaram aquelas besteiras sobre Maju, fica uma dica: sejam menos idiotas e contemplem a luz e beleza dessa mulher que vem fazendo historia na tv, mostrando com seu carisma gigantesco como é legal ser LEGAL e divertido. Preta? Sim!!! E linda. Ser preto, vermelho, amarelo ou qualquer outra cor não é motivo para desqualificar outro ser humano. O ideal é aprender a conviver com as diferenças.